Vinho rosé 1

Como O Vinho Rosé É Feito?

Saiba como os vinhos rosé são feitos.

Vinhos são sempre uma boa opção quando estamos conversando com amigos, compartilhando uma refeição em família, ou em festividades. Até mesmo quando simplesmente queremos relaxar após um dia estressante. E com o clima brasileiro, que tem poucos dias frios, uma bebida refrescante, como um bom vinho rosé, ganha cada vez mais espaço, especialmente com as opções de vinhos rosé sem álcool, que viraram uma verdadeira febre entre os apreciadores que querem os sabores dos vinhos em opções mais saudáveis.

Há quem diga que originalmente todos os vinhos eram rosé, por causa das técnicas de produção, mas a verdade é que apenas no século XIX apareceu na França a primeira definição de um vinho rosé no livro “Viticultura e Enologia” (Dr. Jules Guyot). Aliás, 89% de todo o vinho rosé produzido no mundo vem da região francesa da Provance. Mas, você sabe dizer como esse tipo de vinho é elaborado? 

Bem, como todo vinho, mesmo os desalcoolizados, tudo começa com a escolha das uvas. São várias castas de uvas que podem entrar no processo de fabricação do vinho rosé, mas as mais utilizadas são: Cabernet (Sauvignon e Franc); Carignan; Cinsault; Grenache; Malbec; Merlot; Mourvedre; Pinot Noir; Sangiovese; Syrah; Tempranillo. Há outras, mas as mencionadas são as mais comuns. E as cascas dessas uvas que compõem o processo de produção do vinho rosé são as que dão essa coloração, que varia entre o pêssego, o salmão e vai até o rosa propriamente dito. 

Vários métodos são utilizados na produção dos vinhos rosé, como o da prensagem direta, no qual as uvas tintas são prensadas delicadamente (como na produção de vinhos brancos) permitindo que o mosto seja levemente colorido pelos pigmentos das cascas, e seguindo depois para fermentação em branco (sem as cascas), o que resulta em vinhos delicados, refrescantes e de cores claras.

Também há o método de maceração curta, no qual os vinhos seguem a forma de produção dos tintos, porém, as cascas ficam em contato com o mosto por curto período de tempo antes da fermentação (maceração pré-fermentativa) ou durante a fermentação, com as cascas sendo, então, separadas do mosto que segue com a fermentação em branco.

Outros métodos de produção de vinhos rosé são o de “Sangria”, onde cada parte do mosto é fermentada em tinto ou em branco e depois misturado, resultando um vinho rosé mais escuro e encorpado; e o de cofermentação, raramente utilizado, que consiste em misturar uvas tintas e brancas fermentando-as em conjunto. 

O método interfere nos resultados? Sim. E isso faz com que cada tipo de vinho rosé tenha sabores, aromas e cores diferenciados. Uma coisa em comum? São vinhos de grande frescor e têm ganhado espaço nas taças dos apreciadores. E isso vale ainda mais para os que gostam de vinho, mas querem a opção sem álcool. 

E acredite, há ótimas opções para quem quer um refrescante vinho rosé sem álcool, para as pessoas que querem apreciar sem culpa, e também para as pessoas que procuram bebidas que são deliciosas, mas que não trazem as consequências do álcool. Atualmente, é possível encontrar opções para todos os gostos em vinhos sem álcool, que não perdem em aroma, sabor e características para os tradicionais.

O processo de fabricação do vinho sem álcool tem algumas etapas a mais, para preservar as características da bebida, que podem ser conferidas aqui. 

Para conhecer boas opções, de vinhos rosé sem álcool, basta fazer uma visita ao Mix Sem Álcool do Empório sem Álcool. 

Lá há opções como: 

As opções do Empório sem Álcool vêm de países como Portugal, Espanha, Alemanha, Estados Unidos e sim, do Brasil, e são excelentes para quem quer tomar um bom vinho sem álcool e ter as vantagens de sabor e saúde que essas bebidas trazem, como prevenir doenças cardiovasculares e trazer os antioxidantes. Mas, lembre-se: vinhos desalcoolizados pedem pratos bem temperados para contrastar com sua acidez e frescor.

Artigos indicados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.