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Por Que O Consumo De Bebidas Sem Álcool Virou Matéria De Capa De Época

“Beba com moderação.”

Você se lembra desse slogan amplamente divulgado pela indústria de bebidas alcoólicas (a partir de 2004) para reagir a restrições de publicidade impostas pelo Ministério da Saúde?

Pois é, 15 anos depois essa mensagem de consumo responsável parece não fazer muito sentido para uma nova geração de consumidores que estão deixando de lado as bebidas alcoólicas.

São pessoas que param de beber por um tempo por causa de restrições temporárias ao álcool, ou largam as bebidas para sempre em busca de melhor qualidade de vida, prevenção, e por motivos religiosos. Essa mudança de hábito tem ganhado destaque mundial.

Prova disso é que o tema ganhou matéria de capa da Revista Época na qual o Empório Sem Álcool foi convidado para colaborar como fonte de informação desse segmento de consumo por oferecer, há muitos anos, produtos alternativos ao álcool com qualidade e variedade.

A reportagem de Época mostra que a solução para não deixar esses consumidores “excluídos socialmente” e sem opção para um “consumo consciente” são justamente as bebidas sem álcool como drinques, cervejas, espumantes e vinhos, que estão cada vez mais presentes nos bares, restaurantes, e consumo doméstico.

A publicação informa que o consumo de bebidas alcoólicas tem caído em todo mundo.  Em países tradicionalmente conhecidos como grandes consumidores de bebidas alcoólicas, como Alemanha Holanda, “as vendas de cervejas sem álcool já chegam a 10% do total”.

O Brasil também figura entre os países que vêm reduzindo o consumo de álcool, embora as vendas por aqui de cervejas sem álcool, por exemplo, totalizam apenas 1% do mercado.

Em entrevista à Época, a administradora Gisele Simões, proprietária do Empório Sem Álcool, lembra bem quando tudo começou nesse mercado, em que atua há mais de 18 anos.

“O começo, em 2002, foi desanimador. A ideia surgiu quando estava desempregada e um colega metodista, que amava vinho mas parou de beber por causa da religião, sugeriu a produção de vinhos sem álcool. Investi e diziam que éramos doidos”.

A proprietária do Empório Sem Álcool informa que as pessoas que procuram “um estilo de vida saudável representam a maioria dos clientes do Empório, única distribuidora de bebidas do país a vender exclusivamente vinhos, cervejas e espumantes sem álcool. Depois vêm pessoas com restrições médicas, motivações religiosas, gestantes e lactantes.

“O brasileiro aprendeu a beber vinhos nos últimos anos, com aumento da importação e da produção de nacionais. Quando engravidam, por exemplo, as mulheres não querem abrir mão desse prazer e do aspecto de confraternização que a bebida proporciona”, observou a empresária.

>> Você pode conferir aqui a matéria na íntegra <<

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>> Clique aqui para conhecer melhor sobre os benefícios da cerveja sem álcool e veja neste artigo como o vinho sem álcool pode ser um aliado da sua saúde <<

Malefícios do álcool

Não é segredo para ninguém que o consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica pode provocar sérios danos à saúde – doenças que aparecem no curto, médio e longo prazo.

Isso sem falar que os riscos de acidentes de trânsito aumentam consideravelmente quando há a combinação perigosa de álcool e volante.

Segundo relatório mais recente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 3 milhões de pessoas foram vítimas fatais do álcool em 2016.

Importante destacar que a OMS diz não haver volume seguro de álcool a ser consumido, porque a bebida é tóxica para o organismo, sendo responsável por doenças como:

Transtorno mentais:
Diversos tipos de cânceres;
Problemas hepáticos (como a cirrose);
Alterações cardiovasculares com risco de infarto;
Acidente vascular cerebral;
Diminuição da imunidade.

De acordo com a OMS  5% das doenças globais são causadas pelo álcool.

Onde está o Brasil nesta conta? 

Seja no uso recreativo (chamado social), abusivo e compulsivo, o Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de bebidas alcoólicas no mundo – na América Latina é a região com maior ingestão de álcool.

Ainda com base na reportagem de Época, “numa conta que inclui cervejas, vinhos e destilados em 2018 foram 14,04 bilhões de litros consumidos no país, segundo dados do Euromonitor International e da Statista, duas consultorias de pesquisa de mercado”.

Essas estatísticas, segundo a publicação, colocam o Brasil atrás apenas de China (54,2 bilhões de litros) e Estados Unidos (30,5 bilhões).

E o curioso é que estamos à frente dos alemães (11,5 bilhões) e dos russos (9,5 bilhões).

A matéria de Época informa que, “no Brasil, o grosso das vendas é concentrado na cerveja. Numa análise do consumo per capita de cerveja, os brasileiros, com 61,3 litros por ano, perdem para alemães (93,3 litros) e americanos (73,4 litros), mas ganham de russos (55 litros) e chineses (29,6 litros)”.

Álcool causa patologias ainda mais graves em alguns casos

Segundo artigo sobre bebidas alcoólicas publicado no blog do Ministério da Saúde, o álcool pode provocar doenças ainda mais graves em alguns perfis de consumidores.

Um exemplo disso são as gestantes. O Ministério da Saúde constata que bebidas alcoólicas consumidas durante a gestação “aumentam o risco de aborto ou de parto prematuro”.

Também são responsáveis pela má formação e retardo mental do bebê, além de “alterações no rosto e diminuição do tamanho do crânio, retardo no desenvolvimento e no crescimento, problemas cardíacos”.

Outro problema grave que o álcool pode causar é a chamada síndrome do alcoolismo fetal.

Trata-se do “retardo no crescimento do bebê dentro do útero e após o nascimento, resultando em problemas de fala e raciocínio, diminuição da coordenação motora e problemas de coração”.

Se você quer conhecer mais sobre os malefícios do álcool na gravidez confira este artigo que publicamos para auxiliar as mamães na melhor escolha.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, as bebidas alcoólicas também aumentam riscos a pessoas em tratamento contra qualquer doença.

Por isso a recomendação é que tenham uma vida saudável e façam uma dieta livre de bebidas com álcool.

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